Exercícios > São Paulo


Registros 11 a 20 de 28.



FUVEST - 2008 ( Português )

Pesadelo

Meses depois fui para o seminário de S. José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva. Há nisto alguma exageração; mas é bom ser enfático, uma ou outra vez, para compensar este escrúpulo de exatidão que me aflige.
Machado de Assis, Dom Casmurro.

Considerando-se o contexto desse romance de Machado de Assis, pode-se afirmar corretamente que, no trecho acima, ao comentar o próprio estilo, o narrador procura a) afiançar a credibilidade do ponto de vista que lhe interessa sustentar.
b) provocar o leitor, ao declará-lo incapaz de compreender o enredo do livro.
c) demonstrar que os assuntos do livro são mero pretexto para a prática da metalinguagem.
d) revelar sua adesão aos padrões literários estabelecidos pelo Romantismo.
e) conferir autoridade à narrativa, ao basear sua argumentação na História Sagrada.

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FUVEST - 2008 ( Português )

Pesadelo

No início do século XVI, Maquiavel escreveu O Príncipe — uma célebre análise do poder político, apresentada sob a forma de lições, dirigidas ao príncipe Lorenzo de Médicis. Assim justificou Maquiavel o caráter professoral do texto:

Não quero que se repute presunção o fato de um homem de baixo e ínfimo estado discorrer e regular sobre o governo dos príncipes; pois assim como os [cartógrafos] que desenham os contornos dos países se colocam na planície para considerar a natureza dos montes, e para considerar a das planícies ascendem aos montes, assim também, para conhecer bem a natureza dos povos, é necessário ser príncipe, e para conhecer a dos príncipes é necessário ser do povo.
Tradução de Lívio Xavier, adaptada

Ao justificar a autoridade com que pretende ensinar um príncipe a governar, Maquiavel compara sua missão à de um cartógrafo para demonstrar que a) o poder político deve ser analisado tanto do ponto de vista de quem o exerce quanto do de quem a ele está submetido.
b) é necessário e vantajoso que tanto o príncipe como o súdito exerçam alternadamente a autoridade do governante.
c) um pensador, ao contrário do que ocorre com um cartógrafo, não precisa mudar de perspectiva para situar posições complementares.
d) as formas do poder político variam, conforme sejam exercidas por representantes do povo ou por membros da aristocracia.
e) tanto o governante como o governado, para bem compreenderem o exercício do poder, devem restringirse a seus respectivos papéis.

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FUVEST - 2008 ( Português )

Pesadelo

Há muitas, quase infinitas maneiras de ouvir música. Entretanto, as três mais freqüentes distinguem-se pela tendência que em cada uma delas se torna dominante: ouvir com o corpo, ouvir emotivamente, ouvir intelectualmente.
Ouvir com o corpo é empregar no ato da escuta não apenas os ouvidos, mas a pele toda, que também vibra ao contato com o dado sonoro: é sentir em estado bruto. É bastante freqüente, nesse estágio da escuta, que haja um impulso em direção ao ato de dançar.
Ouvir emotivamente, no fundo, não deixa de ser ouvir mais a si mesmo que propriamente a música. É usar da música a fim de que ela desperte ou reforce algo já latente em nós mesmos. Sai-se da sensação bruta e entra-se no campo dos sentimentos.
Ouvir intelectualmente é dar-se conta de que a música tem, como base, estrutura e forma. Referir-se à música a partir dessa perspectiva seria atentar para a materialidade de seu discurso: o que ele comporta, como seus elementos se estruturam, qual a forma alcançada nesse processo.
Adaptado de J. Jota de Moraes, O que é música.

De acordo com o texto, quando uma tendência de ouvir se torna dominante, a audição musical
a) supõe a operação prévia da livre e consciente escolha de um dos três modos de recepção.
b) estabelece uma clara hierarquia entre as obras musicais, com base no valor intrínseco de cada uma delas.
c) privilegia determinado aspecto da obra musical, sem que isso implique a exclusão de outros.
d) ocorre de modo a propiciar uma combinação harmoniosa e equilibrada dos três modos de recepção.
e) subordina os modos de recepção aos diferentes propósitos dos compositores.

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UFSCAR - 2005 ( Português )

Pesadelo

Em casa, brincava de missa, — um tanto às escondidas, porque minha mãe dizia que missa não era cousa de brincadeira. Arranjávamos um altar, Capitu e eu. Ela servia de sacristão, e alterávamos o ritual, no sentido de dividirmos a hóstia entre nós; a hóstia era sempre um doce. No tempo em que brincávamos assim, era muito comum ouvir à minha vizinha: “Hoje há missa?” Eu já sabia o que isto queria dizer, respondia afirmativamente, e ia pedir hóstia por outro nome. Voltava com ela, arranjávamos o altar, engrolávamos o latim e precipitávamos as cerimônias. Dominus non sum dignus …* Isto, que eu devia dizer três vezes, penso que só dizia uma, tal era a gulodice do padre e do sacristão. Não bebíamos vinho nem água; não tínhamos o primeiro, e a segunda viria tirar-nos o gosto do sacrifício.

(Machado de Assis, Dom Casmurro, Obra completa.)

*Trecho da fala do sacerdote, no momento da comunhão, que era proferida em latim, antes do Concílio Vaticano II. A fala inteira, que deve ser repetida três vezes, é: Dominus non sum dignus ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbum e sanabitur anima mea, cuja tradução é: Senhor, não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e minha alma será salva.

Pedir hóstia por outro nome quer dizer:

A) tentar ganhar um beijo.
B) pedir em nome de Capitu.
C) mentir sobre a missa.
D) solicitá-la à vizinha.
E) pedir um doce.

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UFSCAR - 2005 ( Português )

Pesadelo

Em casa, brincava de missa, — um tanto às escondidas, porque minha mãe dizia que missa não era cousa de brincadeira. Arranjávamos um altar, Capitu e eu. Ela servia de sacristão, e alterávamos o ritual, no sentido de dividirmos a hóstia entre nós; a hóstia era sempre um doce. No tempo em que brincávamos assim, era muito comum ouvir à minha vizinha: “Hoje há missa?” Eu já sabia o que isto queria dizer, respondia afirmativamente, e ia pedir hóstia por outro nome. Voltava com ela, arranjávamos o altar, engrolávamos o latim e precipitávamos as cerimônias. Dominus non sum dignus …* Isto, que eu devia dizer três vezes, penso que só dizia uma, tal era a gulodice do padre e do sacristão. Não bebíamos vinho nem água; não tínhamos o primeiro, e a segunda viria tirar-nos o gosto do sacrifício.

(Machado de Assis, Dom Casmurro, Obra completa.)

*Trecho da fala do sacerdote, no momento da comunhão, que era proferida em latim, antes do Concílio Vaticano II. A fala inteira, que deve ser repetida três vezes, é: Dominus non sum dignus ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbum e sanabitur anima mea, cuja tradução é: Senhor, não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e minha alma será salva.

Sobre esse trecho de Dom Casmurro, pode-se dizer que

A) apresenta diálogos indiretos entre as personagens.
B) revela a intromissão de vizinhos na vida das crianças.
C) o ambiente da ação é uma igreja católica.
D) quatro pessoas brincavam de missa: Capitu, o narrador, um sacristão e um padre.
E) é um exemplo do uso criativo e não meramente ornamental da metáfora.

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UFSCAR - 2005 ( Português )

Pesadelo

Em casa, brincava de missa, — um tanto às escondidas, porque minha mãe dizia que missa não era cousa de brincadeira. Arranjávamos um altar, Capitu e eu. Ela servia de sacristão, e alterávamos o ritual, no sentido de dividirmos a hóstia entre nós; a hóstia era sempre um doce. No tempo em que brincávamos assim, era muito comum ouvir à minha vizinha: “Hoje há missa?” Eu já sabia o que isto queria dizer, respondia afirmativamente, e ia pedir hóstia por outro nome. Voltava com ela, arranjávamos o altar, engrolávamos o latim e precipitávamos as cerimônias. Dominus non sum dignus …* Isto, que eu devia dizer três vezes, penso que só dizia uma, tal era a gulodice do padre e do sacristão. Não bebíamos vinho nem água; não tínhamos o primeiro, e a segunda viria tirar-nos o gosto do sacrifício.

(Machado de Assis, Dom Casmurro, Obra completa.)

*Trecho da fala do sacerdote, no momento da comunhão, que era proferida em latim, antes do Concílio Vaticano II. A fala inteira, que deve ser repetida três vezes, é: Dominus non sum dignus ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbum e sanabitur anima mea, cuja tradução é: Senhor, não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e minha alma será salva.

Sobre Machado de Assis, pode dizer-se que

A) pertenceu, inicialmente, ao primeiro momento do simbolismo brasileiro.
B) seu humor, de origem inglesa, é, também, uma expressão de ceticismo e pessimismo.
C) seus primeiros romances foram: Ressurreição e Memorial de Aires.
D) foi, durante seus 50 anos de carreira literária, um crítico ferrenho da tradição clássica.
E) em sua última fase, aderiu aos ideais românticos do século XIX.

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UFSCAR - 2005 ( Português )

Pesadelo

A Unidade Ortográfica

Velhíssima questão a da unidade ortográfica do português usado no Brasil e em Portugal. Que a prosódia seja diferente, é natural. Num país imenso como o nosso, há diversas formas de pronunciar as palavras, e o próprio vocabulário admite expressões regionais — o mesmo acontecendo com todas as línguas do mundo.
O diabo é a grafia, sobre a qual os portugueses não abrem mão de escrever “director”, por exemplo. Não é o mesmo caso de “facto” e “fato”, que têm significações diferentes e, com boa vontade, podemos compreender a insistência dos portugueses em se referir à roupa e ao acontecimento.
Arnaldo Niskier, quando presidente da Academia Brasileira de Letras, conseguiu acordo com a Academia de Ciências de Lisboa, assinaram-se tratados com a aprovação dos governos do Brasil e de Portugal. O acordo previa o consenso de todos os países lusófonos. Na época, somente os dois principais interessados estavam em condições de obter um projeto comum — mais tarde, Cabo Verde também toparia.
Numa das últimas sessões da ABL, Sérgio Paulo Rouanet, Alberto da Costa e Silva e Evanildo Bechara trouxeram o problema ao plenário — um dos temas recorrentes da instituição é a feitura definitiva do vocabulário a ser adotado por todos os países de expressão portuguesa. (...)
Cristão-novo nesta questão, acredito que não será para os meus dias a solução para a nossa unidade ortográfica.

(Carlos Heitor Cony. Folha de S.Paulo, 10.08.2004.)

Sobre as palavras director, facto e fato, pode-se dizer que:

A) director poderia ser escrito de modo diferente e as outras duas têm o mesmo sentido.
B) director deve permanecer com c, diferentemente de facto, que poderia perder essa letra.
C) facto e fato significam coisas diferentes e director poderia ser escrito sem c.
D) as três palavras apresentam diferenças de prosódia e não de grafia.
E) apenas director e fato constam no vocabulário ortográfico brasileiro.

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UFSCAR - 2005 ( Português )

Pesadelo

A Unidade Ortográfica

Velhíssima questão a da unidade ortográfica do português usado no Brasil e em Portugal. Que a prosódia seja diferente, é natural. Num país imenso como o nosso, há diversas formas de pronunciar as palavras, e o próprio vocabulário admite expressões regionais — o mesmo acontecendo com todas as línguas do mundo.
O diabo é a grafia, sobre a qual os portugueses não abrem mão de escrever “director”, por exemplo. Não é o mesmo caso de “facto” e “fato”, que têm significações diferentes e, com boa vontade, podemos compreender a insistência dos portugueses em se referir à roupa e ao acontecimento.
Arnaldo Niskier, quando presidente da Academia Brasileira de Letras, conseguiu acordo com a Academia de Ciências de Lisboa, assinaram-se tratados com a aprovação dos governos do Brasil e de Portugal. O acordo previa o consenso de todos os países lusófonos. Na época, somente os dois principais interessados estavam em condições de obter um projeto comum — mais tarde, Cabo Verde também toparia.
Numa das últimas sessões da ABL, Sérgio Paulo Rouanet, Alberto da Costa e Silva e Evanildo Bechara trouxeram o problema ao plenário — um dos temas recorrentes da instituição é a feitura definitiva do vocabulário a ser adotado por todos os países de expressão portuguesa. (...)
Cristão-novo nesta questão, acredito que não será para os meus dias a solução para a nossa unidade ortográfica.

(Carlos Heitor Cony. Folha de S.Paulo, 10.08.2004.)

A palavra recorrente, no penúltimo parágrafo do texto, tem o sentido de

A) requerer
B) socorrer
C) desentender-se
D) retornar
E) vencer

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UFSCAR - 2005 ( Português )

Pesadelo

A Unidade Ortográfica

Velhíssima questão a da unidade ortográfica do português usado no Brasil e em Portugal. Que a prosódia seja diferente, é natural. Num país imenso como o nosso, há diversas formas de pronunciar as palavras, e o próprio vocabulário admite expressões regionais — o mesmo acontecendo com todas as línguas do mundo.
O diabo é a grafia, sobre a qual os portugueses não abrem mão de escrever “director”, por exemplo. Não é o mesmo caso de “facto” e “fato”, que têm significações diferentes e, com boa vontade, podemos compreender a insistência dos portugueses em se referir à roupa e ao acontecimento.
Arnaldo Niskier, quando presidente da Academia Brasileira de Letras, conseguiu acordo com a Academia de Ciências de Lisboa, assinaram-se tratados com a aprovação dos governos do Brasil e de Portugal. O acordo previa o consenso de todos os países lusófonos. Na época, somente os dois principais interessados estavam em condições de obter um projeto comum — mais tarde, Cabo Verde também toparia.
Numa das últimas sessões da ABL, Sérgio Paulo Rouanet, Alberto da Costa e Silva e Evanildo Bechara trouxeram o problema ao plenário — um dos temas recorrentes da instituição é a feitura definitiva do vocabulário a ser adotado por todos os países de expressão portuguesa. (...)
Cristão-novo nesta questão, acredito que não será para os meus dias a solução para a nossa unidade ortográfica.

(Carlos Heitor Cony. Folha de S.Paulo, 10.08.2004.)

Segundo o texto, pode-se concluir que

A) a grafia e a prosódia são fatores que impossibilitam a unificação ortográfica.
B) a ABL estuda um vocabulário ortográfico comum aos países lusófonos.
C) a discussão sobre a unificação ortográfica tem origem recente.
D) a unificação ortográfica entre Portugal e Brasil é uma questão de honra.
E) tratados ortográficos já foram assinados por todos os países de expressão portuguesa.

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UFSCAR - 2006 ( Português )

Pesadelo

Suponha o leitor que possuía duzentos escravos no dia 12 de maio e que os perdeu com a lei de 13 de maio. Chegava eu ao seu estabelecimento e perguntava-lhe:
— Os seus libertos ficaram todos?
— Metade só; ficaram cem. Os outros cem dispersaram-se; consta-me que andam por Santo Antônio de Pádua.
— Quer o senhor vender-mos? Espanto do leitor; eu, explicando:
— Vender-mos todos, tanto os que ficaram, como os que fugiram.
O leitor assombrado:
— Mas, senhor, que interesse pode ter o senhor...
— Não lhe importe isso. Vende-mos?
— Libertos não se vendem.
— É verdade, mas a escritura de venda terá a data de 29 de abril; nesse caso, não foi o senhor que perdeu os escravos, fui eu. Os preços marcados na escritura serão os da tabela da lei de 1885; mas eu realmente não dou mais de dez mil-réis por cada um.
Calcula o leitor:
— Duzentas cabeças a dez mil-réis são dous contos. Dous contos por sujeitos que não valem nada, porque já estão livres, é um bom negócio.
Depois refletindo:
— Mas, perdão, o senhor leva-os consigo?
— Não, senhor: ficam trabalhando para o senhor; eu só levo a escritura.
— Que salário pede por eles?
— Nenhum, pela minha parte, ficam trabalhando de graça. O senhor pagar-lhes-á o que já paga.
Naturalmente, o leitor, à força de não entender, aceitava o negócio. Eu ia a outro, depois a outro, depois a outro, até arranjar quinhentos libertos, que é até onde podiam ir os cinco contos emprestados; recolhia-me a casa e ficava esperando.
Esperando o quê? Esperando a indenização, com todos os diabos! Quinhentos libertos, a trezentos mil-réis, termo médio, eram cento e cinqüenta contos; lucro certo: cento e quarenta e cinco.

(Machado de Assis, Crônica escrita em 26.06.1888. Obra Completa.)

A frase — Quer o senhor vender-mos? — poderia ser reescrita, segundo uma perspectiva contemporânea e coloquial, da seguinte maneira:

A) O senhor quer me vender esses libertos?
B) O senhor quer-me os vender?
C) O senhor quer me vender-lhes?
D) O senhor mos quer vender os libertos?
E) Quer o senhor me os vender?

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