Professor Cardy

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UNIFESP - 2008
História

... E a elevação do salário mínimo a nível que, nos grandes centros do país, quase atingirá o dos vencimentos máximos de um [militar] graduado, resultará, por certo, se não corrigida de alguma forma, em aberrante subversão de todos os valores profissionais, estancando qualquer possibilidade de recrutamento, para o Exército, de seus quadros inferiores.
(Memorial dos Coronéis, de fevereiro de 1954.)

Sobre o documento, é correto afirmar que expressava
A) o ponto de vista de todos os coronéis, que estavam preocupados com os baixos salários pagos aos militares.
B) a posição dos coronéis contrários ao presidente Vargas e à sua política econômica, incluindo a elevação do salário mínimo.
C) o mal-estar generalizado existente nas fileiras do Exército brasileiro com a política industrial do presidente Vargas.
D) o descontentamento dos coronéis nacionalistas pelo fato de o salário mínimo não contemplar os trabalhadores rurais.
E) a luta surda que então existia entre coronéis, de um lado, inimigos de Vargas, e tenentes, de outro, que apoiavam o presidente.



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UNIFESP - 2008
História

A política do Estado brasileiro, depois da Revolução de 1930, nas palavras do cientista político Décio Saes, “será combatida, pelo seu caráter ‘intervencionista’ e pelo ‘artificialismo’ dos seus efeitos; de outro lado, a política de reconhecimento das classes trabalhadoras urbanas será criticada pelo seu caráter ‘demagógico’, ‘massista’ e ‘antielitista’”.
(in: História Geral da Civilização Brasileira, III, 3, 1981, p. 463.)

As críticas ao Estado brasileiro pós-1930 eram formuladas por setores que defendiam
A) os interesses dos usineiros e, no plano político, o coronelismo.
B) posições afinadas com o operariado e, no plano político, o populismo.
C) os interesses agro-exportadores e, no plano político, o liberalismo.
D) as burguesias comercial e financeira e, no plano político, o conservadorismo.
E) posições identificadas com as classes médias e, no plano político, o tenentismo.



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UNIFESP - 2008
História

Aquilo não era uma campanha, era uma charqueada. Não era a ação severa das leis, era a vingança. Dente por dente. Naqueles ares pairava, ainda, a poeira de Moreira César, queimado; devia-se queimar. Adiante, o arcabouço decapitado de Tamarindo; devia-se degolar. A repressão tinha dois pólos — o incêndio e a faca... Ademais, não havia temer-se o juízo tremendo do futuro. A História não iria até ali.
(Euclides da Cunha, Os Sertões.)

Essa passagem do livro
A) revela a preocupação que os protagonistas de ambos os lados tinham com relação às implicações políticas de suas ações.
B) denuncia mais do que a crueldade de ambos os lados, o sentimento de impunidade entre as forças da repressão.
C) mostra que ambos os lados em luta estavam determinados a destruir o adversário para não deixar provas de sua conduta.
D) critica veladamente a ausência de interesse por parte da opinião pública e da imprensa com relação ao episódio relatado.
E) indica que o autor, por acompanhar de longe os acontecimentos, deixou-se levar por versões que exageraram a crueldade da repressão.



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UNIFESP - 2008
História

Os membros da loja maçônica fundada por José Bonifácio em 2 de junho de 1822 (e que no dizer de Frei Caneca não passava de um “clube de aristocratas servis”) juraram “procurar a integridade e independência e felicidade do Brasil como Império constitucional, opondo-se tanto ao despotismo que o altera quanto à anarquia que o dissolve”.

Na visão de José Bonifácio e dos membros da referida loja maçônica, o despotismo e a anarquia eram encarnados, respectivamente,

A) pelos que defendiam a monarquia e a autonomia das províncias.
B) por todos quantos eram a favor da independência e união entre as províncias.
C) pelo chamado partido português e os republicanos ou exaltados.
D) pelos partidários da separação com Portugal e da união sul-americana.
E) pelos partidos que queriam acabar com a escravidão e a centralização do poder.



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UNIFESP - 2008
História

Entre aproximadamente 1770 e 1830, a região maranhense conheceu um ciclo de prosperidade econômica, graças

A) à produção e exportação do algodão, matéria-prima então muito requisitada por causa da Revolução Industrial em curso na Inglaterra.
B) à criação da pecuária e à indústria do charque, para abastecer o mercado interno então em expansão por causa da crise do sistema colonial.
C) ao extrativismo dos produtos florestais, cuja demanda pelo mercado internacional teve lugar exatamente naquele momento.
D) à produção e exportação de arroz, cacau e fumo, cujos produtos começaram a ter aceitação no mercado mundial de matérias-primas.
E) à produção e exportação do açúcar, o qual, com o aumento da demanda, exigiu novas áreas de cultivo, além da nordestina.



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